A Superintendência de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema) emitiu três autos de infração contra a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) por conta do derramamento de 40 mil litros de soda cáustica no Rio Gramame. Os autos foram emitidos no mês de fevereiro.

Em um dos documentos, a Sudema pune a Cagepa por “fazer funcionar estabelecimento potencialmente poluidor (ETA- Estação de tratamento de águas) sem a devida licença ambiental”. Já em outro, a Cagepa é autuada por ‘causar poluição hídrica conforme relatório técnico da coordenadoria de medições ambientais da Sudema’.

A Cagepa também é apontada como culpada por ‘lançar resíduos líquidos (efluente resultante de rejeito de estação de tratamento de água/lodo decantado) em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou atos normativos’.

O Portal Correio fez contato com a Sudema para saber quais as punições aplicadas contra a Cagepa após a emissão dos autos de infração, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

A Cagepa já havia sido multada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em R$ 12 milhões por conta do vazamento. De acordo com Geandro Guerreiro, chefe da Divisão Técnica do Ibama, foi constatado que a bacia de contenção estava sem funcionamento, ou seja, qualquer vazamento iria direto para o rio.

“A bacia estava sempre aberta, com o escoamento de água pluvial aberto. Ela deveria estar sempre fechada e só ser liberada quando estivesse cheia com a água da chuva”, disse. Ainda segundo Geandro, a Cagepa já consertou este problema.

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