Rodovias da Paraíba serão bloqueadas para caminhões durante paralisação da próxima segunda-feira

O movimento de paralisação dos caminhoneiros pode parar centenas de caminhões nas estradas da Paraíba na próxima segunda-feira (1), segundo informações do presidente do Sindicato dos Condutores e Empregados em Empresas...


O movimento de paralisação dos caminhoneiros pode parar centenas de caminhões nas estradas da Paraíba na próxima segunda-feira (1), segundo informações do presidente do Sindicato dos Condutores e Empregados em Empresas de Transportes de Combustíveis, Produtos Perigosos e Derivados de Petróleo da Paraíba (Sindconpetro), em entrevista ao ClickPB, na tarde desta quinta-feira (26).

Hermerson Galdino, explicou que a organização da paralisação nas rodovias paraibanas dependerá dos caminhoneiros autônomos, mas que todo o apoio será dado aos trabalhadores. “Iremos apoiar a greve, mas não iremos liderar. Então, esse foi o encaminhado decidido em reunião de hoje”, disse.

O ClickPB conseguiu também o posicionamento de outra liderança da categoria, que articula a paralisação na região de Campina Grande. De acordo com Albério Lima, a categoria já enviou um ofício à Polícia Rodoviária Federal (PRF) acerca da realização do ato. Segundo ele, haverá a o bloqueio de caminhões nas principais rodovias como a BR-230, BR-104 e BR-101.

“Estamos em articulação em todo o país. Carro grande não irá circular. Iremos parar tudo e já temos a adesão de 90% da categoria. Os trechos de concentração serão nas BRs 230, 104 e 101, estarão fechados a partir da madrugada do domingo para a segunda-feira. Já estamos com o ofício protocolado na Polícia Rodoviária. Nossa paralisação é legal, estamos reivindicando o que é justo, combustível e o piso mínimo no frete”, destacou.

A adesão ao movimento, de acordo com o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, poderá ser maior do que a realizada em 2018, devido ao grau crescente de insatisfação da categoria, principalmente em relação ao preço do diesel e às promessas não cumpridas após a histórica greve no governo Temer. A ANTB representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros, e não vê problema de realizar uma greve em plena pandemia.

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