Uma acusação grave foi o centro das atenções do futebol paraibano na manhã desta quinta-feira (8). O presidente do Auto Esporte, Watteau Rodrigues, garantiu que o árbitro Renan Roberto, do quadro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ameaçou o dirigente na noite dessa quarta-feira (7), com uma pistola, após a partida entre Auto Esporte e Atlético de Cajazeiras, válida pelo Campeonato Paraibano, no Almeidão. Segundo Watteau, o fato aconteceu no estacionamento do estádio, quando os árbitros do confronto já estavam deixando o local. Confira a nota na íntegra.

A acusação foi feita nesta quinta, quando o Auto Esporte lançou uma nota oficial sobre o assunto, alegando que o árbitro paraibano, que também é policial militar, teve um “comportamento miliciano”.

Ainda de acordo com a nota do clube, “tal episódio foi presenciado pelo presidente do Conselho Deliberativo do Clube, José Benedito Gomes, demais diretores do Auto Esporte Clube, jogadores e servidores do estádio José Américo Filho – ‘Almeidão’, deixando todos perplexos pela atitude irresponsável e criminosa, de um policial militar”.

O Auto Esporte quer agora que o Comandante Geral da Policia Militar, coronel Euler Chaves, abra um processo de investigação do caso e que o árbitro seja punido, nos termos da lei da PM. O clube ainda solicitou publicamente que um procedimento semelhante seja aberto na esfera desportiva, por ordem do Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba (TJD-PB).

Renan Roberto nega que tenha sacado arma

O árbitro paraibano também publicou uma nota oficial dando a sua versão dos fatos e negou ter sacado uma pistola, como acusa o dirigente automobilista. De acordo com Renan Roberto, Watteau se dirigiu até ele com palavras de baixo calão, alegando que o árbitro estava prejudicando o Auto Esporte pela terceira vez. Ainda de acordo com Renan Roberto, o presidente automobilista o chamou de “ladrão safado”, quando o árbitro se dirigia ao seu automóvel, no estacionamento do estádio. Confira a íntegra da nota do árbitro.

Ainda segundo Renan, Watteau Rodrigues ameaçou o árbitro, dizendo que ia fazer de tudo para prejudicar o profissional. Após isso, o juiz da partida se reportou ao dirigente, explicando que ele deveria reclamar formalmente à Comissão de Arbitragem da FPF.

Na nota, o árbitro paraibano ainda confirma que foi até a Central de Flagrantes de João Pessoa, na madrugada desta quinta-feira (8), onde prestou queixa à polícia – notícia-crime –, acusando o mandatário por injúria e ameaça.

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