Na manhã desta quinta-feira (13) um grupo de funcionários com pouco mais de 20 pessoas realizaram uma m,movimentação de forma pacifica saindo da secretaria de saúde em direção a prefeitura municipal de Monteiro a fim de tentar uma audiência para cobrar da prefeita Anna Lorena, os seus diretos previstos por lei que lhes da a obrigatoriedade de receberem a insalubridade pelo trabalho executado no município.
Prefeita de Monteiro ignora e funcionários da Saúde saem as ruas e fazem movimentos para cobrar direitos (2)
 
Os funcionários relataram em entrevista que decidiram sair as ruas por que a prefeita Lorena se negou pagar a insalubridade, dessa vez não foi diferente, de acordo com informações passadas pelo próprio gabinete da prefeita segundo os representantes do movimento sua agenda está cheia e que por este motivo não há disponibilidade de recebe-los, ao indagarem outra oportunidade fora informados que pelos próximos meses de Junho, Julho e Agosto toda a agenda já estaria comprometida.
 
Mesmo após receberem diversos “Nãos” os funcionários afirmaram que não vão temer a luta muito menos repressões que vem sofrendo por parte da administração pública da cidade e vão continuar saindo as ruas até que a prefeita decida pagar aquilo que lhes é direito reguardado por lei.
 
Opinião
 
O que a população da cidade de Monteiro assiste hoje é um verdadeiro carnaval com os recursos públicos onde a escola de samba varia os ritmos de acordo com os interesses e a batida do tambor é conforme o entendimento particular da gestão que vem montada em um carro alegórico carregado de “demagogia” incluindo promessas que muito provavelmente não serão realizadas, visando apenas à conquista do poder político e ou outras vantagens, é a estratégia de condução político-ideológica, valendo-se da utilização de argumentos apelativos, emocionais ou irracionais, está relacionada à negativa da deliberação racional fazendo uso de uma das falhas da democracia, qual seja, manipular a maioria pelo uso de aparentes argumentos de senso comum entremeados com disjunções falaciosas, assim definimos o momento vivido pelos moradores da capital do cariri, enquanto isso os funcionários tem que se manter na avenida na ala menos favorecida ou melhor mal representada mais não menos importante batendo os tamborins para a comissão de frente passar.

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