A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) contabilizou prejuízo de R$ 4 milhões com a pane elétrica que deixou Campina Grande e outras oito cidades sem água por cerca de uma semana. Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para investigar as causas do problema.

Segundo a Cagepa, com o apoio da Energisa, foi concluída na madrugada deste sábado (23) a instalação dos últimos transformadores que restavam e a operação doi retomada, com capacidade máxima.

O trabalho de recuperação do sistema elétrico da ETA de Gravatá foi iniciado já na manhã do último sábado (16), com a utilização de mais de 50 técnicos da Cagepa, da Energisa e de empresas terceirizadas. A maioria das peças utilizadas para a recomposição do sistema teve que ser comprada em São Paulo e dois transformadores cedidos pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).

O gerente regional da Cagepa na Borborema, Ronaldo Meneses, informou na manhã deste sábado (23) que, com a ETA de Gravatá trabalhando com 100% da capacidade, a vazão de água produzida voltou ao mesmo patamar de antes da pane elétrica. Segundo ele, todo o sistema que abastece Campina Grande, Lagoa Seca, Alagoa Nova, Matinhas, São Sebastião de Lagoa de Roça, Pocinhos, Barra de Santana, Caturité e Queimadas deverá ser normalizado no prazo máximo de 72 horas.

Apesar da retomada da operação da ETA de Gravatá, Ronaldo Meneses informou que o abastecimento d’água com carros-pipa será mantido até a normalização completa do sistema. “A determinação do governador João Azevedo é manter os carros-pipa em operação, sobretudo nas localizadas mais distantes dos reservatórios, onde a normalização do sistema demora mais a acontecer. Nosso Centro de Controle de Crise, instalado na sede regional da Cagepa, vai continuar funcionando até tudo voltar ao normal, inclusive, com o apoio logístico de outros órgãos do governo, como Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Polícia Militar”.

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