A Promotoria de Justiça de João Pessoa pediu, pela segunda vez, a prisão preventiva do zelador acusado de participar de uma série de estupros praticados dentro da escola Geo Tambaú, em João Pessoa. A prisão já havia sido pedida uma vez, mas foi negada pela Justiça. A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação também vai apurar se houve negligência da escola no tratamento do caso.

A promotora de Justiça de João Pessoa em substituição, Adriana de França, informou que, na esfera criminal, todas as medidas necessárias para elucidar o fato e responsabilizar os envolvidos foram e estão sendo adotadas. Ela já ofereceu denúncia contra o acusado e requereu a prisão preventiva dele por duas vezes.

O primeiro pedido foi feito no momento da denúncia e foi negado pelo juiz. Com a instrução processual e o surgimento de novos fatos, foi requerida novamente a prisão preventiva do acusado. A promotoria aguarda a decisão da Justiça sobre o pedido.

Medidas do MPPB

Uma série de medidas vem sendo adotada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para averiguar a denúncia de abuso sexual de crianças na escola e responsabilizar os envolvidos.

O fato chegou à Promotoria de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente em outubro do ano passado, através de um procedimento especial encaminhado pela Delegacia da Infância e tramita em segredo de Justiça, por envolver menores de 18 anos.

Conforme informou a promotora de Justiça da Capital, Ivete Arruda, todas as providências cabíveis foram adotadas para apurar o caso, e que o cuidado com o sigilo das informações se devem ao fato de que quase todos os envolvidos são crianças e adolescentes e, principalmente, para proteger as vítimas.

As investigações duraram três meses e, em dezembro de 2018, a promotoria encaminhou à Vara da Infância representação contra os adolescentes envolvidos e encaminhou informações para que a Promotoria de Justiça Criminal investigasse a participação de um adulto.

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