O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), deu um prazo de 48 horas para que a Maternidade Peregrino Filho, em Patos, regularize todos os problemas, sob risco de interdição ética.

Segundo o órgão, na unidade de saúde têm faltado medicamentos, insumos e alguns exames não estão sendo realizados, além disso, diversos fornecedores do hospital não estão podendo atender as demandas por falta de pagamento. Médicos e outros profissionais de saúde também estão sem receber seus salários há mais de três meses.

A diretoria do CRM-PB esteve na cidade nesta quinta-feira, 21, e se reuniu com a direção, médicos da Maternidade e o procurador da República em Patos, Djalma Gusmão Feitosa, denunciando o problema e pedindo providências.

Após a reunião, ficou decidido que a unidade hospitalar tem até o próximo sábado, dia 23, para que o abastecimento de medicamentos e insumos sejam normalizados.“Um hospital não pode funcionar sem medicamentos, insumos e sem realizar exames. Estamos em uma situação crítica e de emergência, e para evitar o colapso no atendimento da maternidade, viemos intermediar uma resolução para o problema”, explicou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.

O Conselho ainda determinou um prazo de 15 dias para que os salários dos profissionais de saúde sejam pagos.

Caso o reabastecimento não ocorra dentro do prazo estabelecido, o local será  interditado eticamente a partir da zero hora do domingo, dia 24 de março.

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