Físicos acreditam que encontraram algo incomum no centro de nossa galáxia: uma vasta e turbulenta nuvem de matéria escura que está criando poderosas explosões de radiação cósmica. Isso desmonta antigas suposições do Massachusetts Institute of Technology (MIT), que há quatro anos tinha descartado a matéria escura como causa do excesso de energia no interior da Via Láctea, reacendendo esta hipótese.

Em 2015, cientistas do MIT e de Princeton, ao descartarem a matéria escura, sugeriram que o execesso de energia ocorria pela presença de estrelas de nêutrons de alta energia, conhecidas como pulsar. Porém, como relatado em um depoimento à imprensa, após descobrir falhas nos modelos da equipe anterior, outros cientistas do MIT retomaram a suspeita de que a matéria escura realmente pode ser a causa do que ocorre no interior de nossa galáxia.

Em outras palavras, descobertas revelam novamente que ainda compreendemos muito pouco sobre a Via Láctea.

Reprodução

Novo modelo

A equipe descobriu que o modelo do estudo de 2015 era incapaz de detectar a matéria escura e, por isso, sempre apontava para as estrelas de nêutrons como a fonte dos misteriosos raios gama. Contudo, o novo estudo, publicado nesta quarta-feira (11) na revista Physical Review Letters, revelou que o problema da antiga pesquisa era adicionar sinais falsos de matéria escura aos dados e perceber que eles passaram despercebidos pelo modelo.

“É emocionante porque pensamos ter eliminado a possibilidade de que isso seja matéria escura”, afirmou Tacy Slatyer, físico do MIT que trabalhou no caso por dois anos. “Mas agora há uma brecha, um erro sistemático na afirmação que fizemos. Ele reabre a porta para que a fonte venha da matéria escura”, completa.

 

Via: Futurism

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