O Facebook anunciou que deletou um total de 2,2 milhões de anúncios da própria rede social e do Instagram, e 120 mil postagens retiradas por tentar “obstruir a votação”, na próxima eleição presidencial dos EUA, disse o vice-presidente de relações globais e comunicações do Facebook, Nick Clegg.

Em uma publicação feita pelo The Guardian, Clegg exemplifica que algumas das postagens falavam sobre os perigos do coronavírus para quem iria às urnas ou que passavam informações erradas sobre procedimentos com cédulas e cadastros, todos os esforços voltados a invalidar votos ou os registros dos eleitores americanos.

De acordo com o executivo, 35 mil funcionários do Facebook são responsáveis pela segurança e confiabilidade das plataformas da empresa durante o período eleitoral. Além disso, ele cita parcerias com 70 instituições entre agências de checagem, sites de notícias e mídias especializadas, em diferentes países, para agilizar a verificação de informações e o posicionamento de alertas caso alguma tentativa de desinformação seja identificada.

Isso sem falar nos sistemas de inteligência artificial, que de acordo com ele, seria o responsável por apagar “bilhões” de publicações, grupos, páginas e contas antes mesmo de elas agirem ou serem denunciadas por um usuário. 

O Facebook tem se esforçado para evitar a repetição dos eventos que antecederam a eleição presidencial americana de 2016, vencida por Donald Trump, quando a rede foi utilizada para tentativas de manipulação de eleitores e disseminação de fake news.

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