Cristovam Buarque aposta na educação para reduzir violência

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O senador do Distrito Federal e pré-candidato à presidência da república, Cristovam Buarque (PPS), foi o entrevistado desta quinta-feira (8) do programa Correio Debate da rádio Correio Sat 98/FM, na série de entrevista com os possíveis candidatos à presidência. De acordo com Cristovam, o motivo pelo qual colocou seu nome à disposição de seu partido para a disputa presidencial é por não se identificar com nenhum nome dentre os possíveis candidatos para pensar em uma aliança.

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“Primeiro lugar porque ao olhar ao redor e olhar os outros candidatos não me identifico com nenhum. Hoje estamos sem coesão social, um exemplo são os juízes com auxílio moradia. É cada um querendo o seu. E segundo, que todos os candidatos só falam do hoje. Nós só vamos resolver o problema da violência por exemplo, com escola, educação. Dentro de tudo isso eu senti que tinha a obrigação de colocar o meu nome ao meu partido para a presidência”, explicou.

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Segundo o senador, o problema da segurança no Brasil deve ter sempre como foco a educação. No entanto, ele afirmou que, se eleito, deve instituir um plano nacional de segurança.

“Na prática não vou mentir ao povo brasileiro. De imediato é preciso fazer com que a polícia funcione, e criar um sistema nacional de segurança, porque a insegurança não para enquanto a sociedade for violenta. E tudo isso passa pela educação, eu vou propor um sistema nacional de segurança, mas acima de tudo vou propor uma paz social com um esforço sistemático da educação para todos”, explicou.

Cristovam acrescentou que o país precisa acabar com a política de privilégios, citando os casos de auxílio moradia utilizado por juízes e políticos no Brasil.

“Temos que acabar com privilégios. Não tem porque ter auxilio moradia quando você já tem um bom salário para pagar aquilo. O mais grave é que todos dizem que é legal. O fato de ser legal é que temos que mudá-las”, disse.

Cristovam também ressaltou a importância de ser fazer uma reforma da previdência no país. “Se não fizermos uma reforma da previdência só teremos duas alternativas, ou pagamos os aposentados em dinheiro inflacionado, ou os aposentados deixam de ganhar o dinheiro. Temos que fazer uma reforma”, finalizou.

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