[Atualização] As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 7h40 desta quinta-feira (26), 2.563 casos confirmados do novo coronavírus no Brasil, subindo o número de mortes para 60. O último óbito foi em Santa Catarina, vitimando um homem de 86 anos, em São José, na Grande Florianópolis.

De acordo com a coletiva de imprensa que ocorreu durante a noite de ontem (25), a Secretaria de Estado de Saúde registra 122 casos confirmados e 325 casos suspeitos. No município, onde ocorreu a morte, são cinco casos investigados.

São Paulo continua a ser o estado brasileiro com o maior número de mortes e de casos confirmados. Já são 48 vítimas na região. O Rio de Janeiro é o segundo: com outras oito três mortes. O Rio de Janeiro registra oito mortos e São Paulo, 48. Amazonas, Pernambuco e Rio Grande do Sul também registraram mortes pela Covid-19.

Agora, todos os estados do país já possuem casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus. 

Reprodução

Situação no mundo

No mundo todo, há mais de 375 mil casos confirmados da doença. O número de mortes no planeta já passa dos 16 mil. Só a Itália já são mais de 6 mil vítimas fatais. No mundo foram curados quase 109 mil, em sua maioria na província de Hubei, na China.

No entanto, a OMS (Organização Mundial da Saúde) informou nesta terça-feira (24) que percebe uma “aceleração muito grande” em número de casos registrados nos Estados Unidos. O dado pode representar um possível novo epicentro da Covid-19, de acordo com publicação da agência Reuters.

Quarentena no estado de São Paulo

No sábado (21), o governador João Doria anunciou que, a partir de terça-feira (24) todos os 645 municípios devem cumprir quarentena por 15 dias até 7 de abril.

Com a medida restritiva, bares, cafés, restaurantes de São Paulo deverão fechar. Restaurantes serão autorizados a funcionar somente por meio de serviços de entrega (delivery). “Não sofrerão com quarentena serviços essenciais nas áreas de saúde pública, saúde privada, alimentação, abastecimento, segurança e limpeza. Portanto, seguirão abertos hospitais, clínicas, supermercados, padarias (sem serviços de alimentação pronta) e açougues”, esclareceu o governador.

Estão excluídos da quarentena bancos e lotéricas, bem como aquelas indústrias cujo funcionamento, segundo Doria, é essencial durante o período para evitar desabastecimento no Estado e no país. As empresas que permacerem abertas devem adotar cuidados para evitar a transmissão do vírus entre funcionários. 

Na capital paulista, a determinação de fechar o comércio já vale desde sexta-feira (20). Apenas padarias, farmácias, restaurantes, supermercados, postos de gasolina, lojas de conveniência e de produtos animais, além de feiras livres poderão funcionar. Segundo o Bruno Covas (PSDB-SP), as lojas poderão continuar vendendo produtos por meio de e-commerce (sites e aplicativos) e telefone.

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