A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) informou nesta quinta-feira (19) que está calculando os danos causados ao comércio de Campina Grande e quais os transtornos que poderão surgir caso o problema da falta de água na cidade não seja resolvido em curto prazo. A previsão de solução dada pela Cagepa foi prorrogada de sexta (22) para domingo (24) ou segunda (25).

“É notória a diminuição de consumidores circulando nas ruas do Centro de Campina Grande e se a situação não for resolvida ameaça também o funcionamento de alguns segmentos do varejo, que já ameaçam paralisar as atividades”, disse a CDL-CG.

O órgão está se mobilizando para cobrar uma solução urgente para o probelma. “Em nome de mais de mil empresas associadas, a CDL cobra um posicionamento por parte do excelentíssimo governador João Azevedo, para que toda a humilhação sofrida pelos moradores da segunda maior cidade do Estado da Paraíba chegue ao fim. Vivemos um momento de calamidade pública e o silêncio da maior autoridade do Estado incomoda”.

De acordo com a CDL, em 2018 o comércio sofreu para conseguir se recuperar dos reflexos deixados pela greve dos caminhoneiros, agora o problema volta com outras proporções que poderão deixar marcas até o momento incalculáveis.

Falta de água

Uma pane elétrica na estação de tratamento Gravatá, em Queimadas (PB), no dia 15 de março, provocou um incêndio que deixou Campina Grande e outras oito cidades sem água.

Desde então, foi adotado um esquema emergencial de abastecimento, mas o problema se prolongou demais, podendo se extender ainda até o começo da próxima semana.

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) suspendeu as aulas a partir desta sexta-feira (22), postos de saúde estão com atendimentos prejudicados e a cidade entrou em estado de calamidade pública nesta quinta-feira (21).

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