Projeto Feliz Shield | Foto: CODECOM/CG

Como forma de amenizar o impacto psicológico que a pandemia do novo coronavírus tem causado, ações lúdicas e de humanização têm se tornado rotina em unidades da rede hospitalar. Em Campina Grande, o Hospital da Criança e do Adolescente é um exemplo.

A mais recente medida de humanização dos serviços municipais de saúde de Campina Grande foi a adoção de protetores faciais lúdicos, como forma de interagir e buscar alegrar as crianças internas no Hospital da Criança e do Adolescente. 

O projeto “Feliz Shield” já está em atividade e os protetores trazem personagens que permeiam o imaginário infantil, como personagens de filmes e desenhos animados. 

Projeto Feliz Shield (2)
Projeto Face Shield | Foto: CODECOM/CG

 

A ação para o Hospital da Criança e do Adolescente de Campina Grande foi desenvolvida em parceria com o Laboratório de Experimentação em Design (LED) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Foram desenvolvidos adesivos com imagens que remetem a desenhos animados e super-heróis e, assim, os protetores faciais com os adesivos transformam os profissionais em personagens muito divertidos para as crianças. 

“Na pediatria é isso o que encanta. As crianças sorriem quando veem algo diferente, um bichinho na máscara facial e isso faz com que elas mudem o foco para que não fique a atenção só na doença, só na dor, e isso é muito bacana porque a gente vê a diferença do atendimento humanizado”, disse a Diretora Técnica do Hospital da Criança e do Adolescente, Dra. Taís Dantas. 

“A gente viu que eu como designer poderia auxiliar criando algo para tornar o momento de interação entre o profissional de saúde e o paciente mais lúdico. E eu desenvolvi apliques com temáticas relacionadas a personagens da literatura infantil, de filmes. São feitos com material muito simples e foram recebidos de forma muito positiva em Campina Grande”, explicou a idealizadora Juliana Cantalice. 

“É maravilhoso porque distrai a criança e ela fica menos nervosa para os profissionais de saúde fazerem o trabalho deles e a criança fica mais feliz”, disse a mãe da paciente  Rebeca, Mayara Santos. “Eu achei muito bom e o personagem que eu mais gosto é a Mulher Maravilha”, disse a paciente Letícia, de 6 anos. 

Agora as máscaras vão ser distribuídas em outros hospitais de Campina Grande, de Pernambuco e de Alagoas. “A gente vê nesse projeto aspectos muito positivos principalmente nesse momento de luta contra o coronavírus. Um projeto simples, mas bacana como esse”, disse Juliana.

 

Redação com CODECOM/CG

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