A Lyft está tirando suas bicicletas elétricas cor de rosa das ruas de São Francisco, apenas dois meses depois de instalá-las, porque algumas delas pegaram fogo durante o uso. Os veículos, oficialmente rotulados como Lyft bikes e acessíveis sob a nova plataforma Bay Wheels (antiga Ford GoBike), são uma das novas opções de mobilidade da empresa, todas operadas pela Motate, empresa de aluguel de bicicletas da Lyft.

A Lyft já havia retirado suas bicicletas elétricas das ruas da cidade em abril, depois que um problema no freio apareceu. Ela então passou meses trabalhando na redistribuição da frota para poder suportar tanto as bicicletas acopladas, não elétricas, quanto as elétricas que podem ser estacionadas em qualquer lugar dentro da área de cobertura ou estacionadas em bicicletários públicos. As novas bikes também operam na cidade de San Jose desde junho e em Oakland desde 12 de julho, pouco antes da estreia em São Francisco.

 

 

Em 27 de julho, um usuário chamado Zach Rutta postou uma foto no Twitter de uma bike da Lyft carbonizada e chamou a atenção para o problema que vinha acontecendo. Não está claro quantos outros relatos de mau funcionamento da bateria ou incêndios ocorreram, mas o San Francisco Examiner relata que um segundo caso ocorreu nessa semana, e esse pode ter sido a motivação da empresa de tomar uma ação imediata de retirada.

A empresa está retirando as bicicletas para investigar o problema, e a Lyft apontou que não descarta possíveis atos de vandalismo. “Com muita cautela, estamos temporariamente tornando a frota de bicicletas eletrônicas indisponível para os usuários enquanto investigamos e atualizamos nossa tecnologia de bateria”, disse um porta-voz. As bikes também serão retiradas de San Jose e Oakland.

No momento, a Lyft está tentando argumentar que tem o direito exclusivo de implantar bicicletas elétricas nas ruas de São Francisco. A empresa processou a cidade em junho para evitar que San Francisco busque outros contratos de terceiros. A cidade reagiu dizendo que a Lyft não entendeu os termos de seu contrato com a Comissão de Transporte Metropolitano da Bay Area.

Via: The Verge

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