Apesar do preconceito catadores de material reciclável afirmam ser felizes
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Apesar do preconceito catadores de material reciclável afirmam ser felizes

“Enfrentamos preconceito” conheça a historia de dona Sula, 70 anos, catadora de material reciclável em Monteiro

Conheça a historia de dona Sula, 70 anos, catadora de material reciclável em Monteiro
Maria Soledade da Silva Cavalcante, tem 70 anos e trabalha com materiais recicláveis na cidade de Monteiro (Foto: TV CARIRI)

Há mais de 30 anos que Maria Soledade da Silva Cavalcante mais conhecida por Sula, tem 70 anos e trabalha com materiais recicláveis na cidade de Monteiro.

Todos os dias Maria acorda cedo e vai para o trabalho, na baixa do boi local onde e depositado o lixo recolhido na cidade, toda coleta e separação é realizada durante a semana pelas pessoas que trabalham no local, por exemplo a garrafa pet e vendida por R$: 0,50 (cinquenta centavos) o quilo.

Maria Soledade da Silva Cavalcante, tem 70 anos e trabalha com materiais recicláveis na cidade de Monteiro (Foto: TV CARIRI)

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É notório na expressão dos catadores a felicidade de ter de onde retirar o sustento, embora pouco, para manter suas casas e suas Famílias, apesar do preconceito que a sociedade impõe esses guerreiros não deixam de lutar por dias melhores ,”Todo Trabalho é Digno”.

Apesar do preconceito catadores de material reciclável afirmam ser felizes
Maria Soledade da Silva Cavalcante, tem 70 anos e trabalha com materiais recicláveis na cidade de Monteiro (Foto: TV CARIRI)
Apesar da quantidade de baquearias e doenças espalhadas no local dona Maria afirma que nunca ficou doente e que toma as vacinas que são disponibilizadas pela secretaria de saúde regularmente.
Em entrevista concedida ao Portal TV Cariri, Núbia uma das catadoras relatou que consegue ganha R$: 110,00 (cento e dez reais) com a coleta e que o valor é complementado com o Bolsa Família tornando-se a principal fonte de renda para a Família.

O Acampamento

Varias Barracas improvisadas são montadas no local para servir de apoio para se refugiar do tempo que nem sempre é favorável e também guardar os instrumentos de trabalho. 

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